sábado, 13 de novembro de 2010

EC 16 de Ceilândia






Esse foi um dia emocionante!
As professoras da EC 16 de Ceilândia resolveram transformar a escola num lugar de leitura, onde pudesse brotar ratos de biblioteca. E foi um sucesso.
Os alunos leram e conheceram a vida e obra de vários autores e convidaram a todos eles para uma grande festa o I Café Literário.
Os autores Ìris Borges, Wilson Pereira, Vera Lúcia Dias, Rosângela Rocha, Lucília Garcez, Maria Célia e Raquel Gonçalves passaram horas muito agradáveis junto a esses alunos que fizeram entrevista, mostraram trabalhos, fizeram oficinas e prestaram muitas homenagens ao autor e ao livro, é claro.
Eu me encantei com todos os painéis, mas a história Deu rato na biblioteca ganhou um presente. Ela foi grafitada na escola. Ficou sensacional! Os professores, alunos e seus pais estavam orgulhosos por fazerem parte de uma escola onde a leitura tem seu destaque.
É isso aí, todo dia um tijolo na certeza da construção ficar pronta um dia, "Um Brasil de Leitores".
Um beijo e um queijo do Racumim

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Uma bruxa de arrepiar



Uma bruxa terrível entrou na biblioteca essa semana e tocou o terror.
Ela escreveu uma história, ganhou um concurso de histórias de terror e queria contar pra todos os alunos. Só que pra isso, a primeira coisa que ela fez foi me paralisar e tomar meu rabo. Eu fiquei esses dias todos parado em cima da mesa ouvindo a maluca contar uma história horripilante sem poder correr e nem gritar.
Foi um sufoco! Ela fez essa maldade comigo porque disse que eu falo demais. Mas, eu só tava querendo dizer pra ela que a biblioteca não era o seu lugar. Enfrentar esse medo não foi fácil...
Ela transformou nossa biblioteca num cenário pavoroso. Encheu de teia de aranha, barata, caldeirão e tudo.
Tive sorte que meu pai e minha mãe me salvaram das garras daquela malvada. Eu espero nunca mais ver aquela Maunifácia e nem ouvir mais aquela história A menina do Buraco.
Ainda tremendo de medo: Racumim

domingo, 7 de novembro de 2010

Brasília minha história, nossa história





O sábado amanheceu com uma baita chuva. Era dia de festa na EC 18 de Taguatinga e todos iriam para escola com suas famílias. Era o encerramento do projeto Brasília minha história, nossa história.
Minha mãe prometeu que todos nós iríamos, mas quando ela viu aquela chuva, já desistiu e pediu que meu pai me levasse. Meu pai ficou triste, preferia que ela fosse junto com a gente. Ele tirou o ratomóvel da garagem e fomos. Com muito custo chegamos. A escola estava cheia, mas a festa teve que acontecer no auditório e não na quadra. Ficou muito apertado.
As danças estavam lindas e houve alguns depoimentos dos apaixonados por Brasília, como a tia Lu. Teve música, dança bonita e entrega de prêmios. Era o resultado do Concurso de Literatura com 60 livros concorrendo. O Lions Clube Helen Kelen de Taguatinga foi parceiro oferecendo os prêmios de 150 reais, 100 reais e 70 reais para os seis melhores textos. Todos ganharam medalhas e certificados de participação e os vencedores levaram o prêmio em dinheiro.
Ao final da festa foi servida uma deliciosa galinhada preparada com muito carinho. Todos almoçaram e elogiaram muito. Nós não almoçamos lá. Levamos uma enorme marmita para casa porque minha mãe estava esperando com a rataiada toda...
Eu não ganhei medalhas, mas eu e meu pai Ratozão ganhamos um queijo enorme. Levamos para casa e foi uma farra deliciosa!
Um beijo e um queijo do Racumim

Colégio N. S. do Perpétuo Socorro




Aprendi a fazer queijo. É fácil!
É que lá no Colégio Perpétuo Socorro do Lago Sul a tia Rose ensina uma porção de receitas no laboratório. Desta vez,os alunos aprenderam a fazer queijo e queijadinha.
Foi muito bacana rever velhos amigos e conhecer gente nova. Minha mãe encontrou uma amiga de adolescência, a professora Miriam, as duas ficaram rindo e contando histórias, acho que elas voltaram no tempo...
A nossa amiga Dona Corujila (uma coruja de biblioteca) nos convidou para participar de um projeto muito legal chamado Letra & queijo . Os alunos leram e trabalharam com a história do livro O rato adormecido e queriam conhecer o Deu rato na biblioteca ao vivo e a cores. Que carinho!
Nós já fomos lá há dois anos e fomos recebidos como velhos amigos. Eles pesquisaram tudo sobre nossa vida e sobre nossas autoras. Fizeram desenhos lindos e ainda distribuíram doce de queijo feito por eles mesmos.
Foi surpreendente! Cada vez que visitamos uma escola, chegamos à conclusão de que a criatividade não tem fim. Já estamos curiosos para saber o que eles vão aprontar da próxima vez. Um grande abraço do Racumim

Um jogo para prender o gato

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